No Plata dot Us
por preguiça febril
Em que contexto críticos e criadores se transformam em reféns
das instituições culturais, legitimando o escambo de trabalho
grátis em troca de migalhas midiáticas?
O que o país dos Jeffersons, Edemares, dasluzetes e da ilha de Caras
tem em comum com o país
dos pobrinhos e seus espaços
públicos com ingresso pago (sic), corporações milionárias
e bancos que alegam graves crises responsáveis pela
impossibilidade de pagamento de cachês
aos produtores culturais?